Filosofia de ensino

Durante a minha carreira, tive a oportunidade de ensinar vários cursos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, na Universidade da Carolina do Sul em Columbia, na Universidade de Columbia na cidade de Nova York, e agora na Universidade de Princeton, em Nova Jersey, e cada experiência foi muito positiva. Procuro atingir uma instrução de alta qualidade na sala de aula, e as avaliações dos meus alunos indicam que tenho consistentemente conseguido essa meta.
Nas minhas aulas uso a abordagem comunicativa baseada os padrões do ACTFL. O material é usado pelos alunos na sala de aula, não é apresentado em palestras. Quando os estudantes vêm para a aula, todas as atividades têm como base o trabalho fizeram em casa. Isto é extremamente estimulante para os alunos porque percebem que o sucesso depende exclusivamente da sua preparação e participação activa nas aulas. Na minha experiência, a maioria dos estudantes não tem a oportunidade de falar português fora da sala de aula. Por isso, preparo as aulas com o objetivo de maximizar o tempo que cada aluno fala. Uso uma variedade de atividades para envolver os alunos no material estudado, dando-lhes um papel activo no processo de aprendizagem. As discussões são um componente fundamental destas aulas, pois ajudam os estudantes a processar a informação em vez de simplesmente recebê-la. Eles podem ser mais ativos no processo de aprendizagem e fazer o material discutido mais pessoal. Uso a tecnologia para conectar aos meus alunos com falantes de português em todo o mundo. Por exemplo, autores e músicos usam o Skype para entrevistas em sala de aula, depois de lermos ou ouvirmos o seu material. Para promover a comunicação, incentivo os alunos a virem às minhas horas de atendimento, que são flexíveis, para que eles possam vir em qualquer momento. Em resumo, procuro oferecer, primeiro, um ambiente em que os alunos trabalham conceitos de forma confortável em português; dou feedback imediato para que os alunos possam ver claramente o que aprenderam e o que requer mais estudo; e, finalmente, incentivo os alunos a se envolverem com as comunidades de língua portuguesa em todo o mundo para tornar o aprendizado de português um esforço significativo e bem-sucedido nas suas vidas.
Teaching Philosophy

During my career, I have had the opportunity to teach several classes at the University of North Carolina at Chapel Hill, at the University of South Carolina in Columbia, Columbia University in the City of New York, and now at Princeton University, in New Jersey, and I have sincerely enjoyed each experience. I am committed to high quality instruction in the classroom, and my student evaluations indicate that I have consistently met this goal.
In my language classes I use a standards-based communicative approach. The material is used in class by the students, and is not presented or lectured. When the students come to class, all the activities build on the work students did at home. This is extremely empowering for the students because they realize that their success depends exclusively on their previous preparation and active participation in class. In my experience, most of my students do not have the opportunity to speak Portuguese outside the classroom. I prepare my classes in order to maximize the time that each student has to speak. I use a variety of activities to involve students in the material covered, giving them an active role in the process of learning. Discussion is a fundamental component of these classes because it helps the students to process information rather than simply receive it. Students can be more active in the learning process and make the material discussed more personal. I use technology to connect my students to Portuguese speakers around the world. For example, authors and musicians Skype in for interviews in class, after we read or hear their material. To promote communication, I encourage students to show up for my office hours, which are flexible, so students may stop by at their convenience. In summary, I strive to provide, first, an environment for learning where the students exercise whole concepts and become comfortable in using a foreign language; second, I give prompt feedback so that the students can clearly see what they are grasping and what requires more study on their part; and finally, I encourage students to engage with the Portuguese-speaking communities around the world to make learning Portuguese a significant and successful endeavor in their lives.